quarta-feira, 21 de março de 2012

Nostalgia em preto e branco...


Como uma fotografia pode nos transportar a uma época tão boa de nossas vidas...
A foto em preto e branco então, nem se fala. Tudo era tão simples, tão inocente, tão ainda sem maldade... Era o começo de um despertar. O começo da descoberta da tecnologia.
As famílias assistiam televisão reunidas na sala e se divertiam com os programs de humor, com as novelas e ficavam iformadas com as notícias.
O mal e o erótico sempre existiram, porém eram passados de forma sutil para o telespectador.
A sensura era respeitada pelos pais e as crianças só assistiam o que a indicação permitia.
Ah... na busca por uma relação mais liberal para nossos filhos, no respeito pela privacidade deles, acabamos errando. E feio! O isolamento hoje é geral. Na maioria das vezes cada casa tem pelo menos tres televisores, dois computadores e por aí vai...
Hora das refeiçôes com todos reunidos? Tá difícil.
E as informações que são passadas pelos meios de comunicação? Sem "maquiagem" alguma, vai direto ao ponto.Para jovens e crianças.
 Tudo isso passa  a permear com medos, angústias e precocidade a mente em formação daqueles que amamos e gostaríamos de proteger, adiando as verdades tão nuas e cruas da vida.



Fica minha sugestão: Quando bater a saudade, vai no preto e branco...


Like Jagger...

Não é a toa que o cantor Maron Five homenageou Mike Jagger em sua nova música de balada LIKE JAGGER. O cara após 40 anos de carreira continua com uma silhueta e uma performance de dar água na boca! Todo "sequinho" e saltitante, nos convida a acreditar que alegria da vida pode durar por tempo indeterminado.Que a gente pode sim, ser feliz e e realizar coisas enquanto viver!





Parabéns Mike e obrigada pelo exemplo que você passa!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Mal da natureza feminina...



A natureza não foi nada solidária na formação biológica feminina. Ainda não sabemos como lidar direito com o fim de um relacionamento e geralmente vamos até o fundo do pouço. Nos dopamos, emagrecemos, choramos, corremos atrás... E os homens só ficam assistindo esse sofrimento sem entender pra que tanto.
Eis uma representante da categoria: Deme Moore, que nos últimos meses viu sua vida afetiva desmoronar e publicamente sua dor ser exposta. Não importa a que nível social pertencemos,
o desespero é visível, principalmente se a causa foi uma traição. Lá vai por água abaixo nossa auto-estima e tudo com que devemos lidar com a separação: satisfação a sociedade, a família, aos filhos, o vazio que penetra nosso âmago, nossa casa, nossa vida. E tudo isso, por causa dos nossos hormônios que são bem diferentes dos hormônios masculinos, aliados a nossa subjetividade.
É um tal de sobe e desce de nível de estrógeno e testosterona que, tanto nos levam ao céu como ao inferno!
Mas com muito esforço, geralmente conseguimos dar a volta por cima. E quando isso acontece, sai de perto, pois voltamos a vida mais forte, mais bonita, mais madura e mais disposta a encarar os desafios de um novo amor(isto é, quando o antigo não cai de joelhos aos nossos pés percebendo o que perdeu)!
Portanto, relax. Faz parte. Passar um tempo "hibernando" não é nada legal, mas as vezes ajuda a perceber que se aquela relação fosse a ideal para nós, não teria acabado, não é mesmo?






E dá pra resistir?




Qual mulher resiste em dar uma cheirada gostosa no pescoço de um homem tão impecável assim?
Céus!

Vai um happy hour aí?



Ahh... como cai bem no final de uma tarde cinza de inverno um bom drink com os amigos ...